Lavou as mãos?
Com o surto da gripe A, popularizou-se o uso de álcool em gel nas mãos. Porém, mais eficaz seria, não só contra a gripe, se todos aderissem a uma atitude simples e barata: lavar as mãos com freqüência.
Quando um médico Húngaro que viveu no século XVIII tentou explicar a importância desse simples ato, foi boicotado pela sociedade médica da época. Ignaz Philipp Semmelweis comparou os índices de morte entre as mulheres que eram assistidas durante o parto por médicos (que não lavavam as mãos antes do procedimento) e as que eram atendidas por parteiras (que lavavam as mãos freneticamente). Ele teve sua tese de doutorado recusada, pois o que pregava estava muito à frente da época. Imagine, como pode o simples ato de lavar as mãos antes de cada procedimento salvar vidas? Louco!
Muito tempo se passou, Semmelweis entrou em depressão e morreu, diante do fato de não aceitarem o que era óbvio e que salvava vidas comprovadamente.
Hoje, porém, com os avanços da ciência, sabe-se da existência do mundo microscópico e da probabilidade dos habitantes desse mundo causar inúmeras doenças.
Entre todas as praticidades e fragrâncias oferecidas em gel (nada contra usar como adjuvante), prefira a tradicional água com sabão! Simples, barato e eficaz.